Talian Cordeiro

Psicóloga · Gestalt-terapeuta · Psicanalista em formação

Há coisas que sabemos sobre nós. E há outras que só descobrimos quando começamos a falar.

Você pode saber o que deveria fazer, o que não deveria sentir e quais relações lhe fazem mal. E, ainda assim, continuar repetindo. Talvez porque saber sobre si não seja o mesmo que se escutar. A clínica abre um espaço onde aquilo que ainda não encontrou palavras possa começar a ser escutado.

Talvez você reconheça algo disso

O que o seu próprio discurso revela que você ainda não sabe?

01

Compreender racionalmente o problema, mas não conseguir mudar o comportamento.

02

Histórias e dinâmicas familiares ou amorosas que se repetem com pessoas diferentes.

03

Dizer que quer sair de uma relação, mas retornar repetidamente ao mesmo lugar.

04

Viver tentando corresponder às expectativas externas, perdendo de vista o próprio desejo.

Às vezes, o sofrimento aparece quando as respostas que tínhamos deixam de funcionar. Talvez a questão não seja encontrar rapidamente uma nova resposta, mas sim poder sustentar a pergunta.

O processo psicoterapêutico

A psicoterapia não é simplesmente falar sobre os problemas. É uma experiência de fala e escuta na qual aquilo que parecia conhecido adquire outra significação. Ao falar, a escuta clínica produz uma diferença: você começa a escutar a própria fala de outro modo.

A pergunta deixa de ser apenas “Por que isso acontece comigo?”

e se transforma em: “O que há de minha posição nisso que se repete?”

O trabalho clínico

Os pilares da escuta

01

Escutar o que se repete

Investigar aquilo que insiste nas relações, nas escolhas e na maneira como você se coloca diante do outro.

02

Interrogar certezas

Abrir uma distância saudável de frases definitivas como “eu sou assim” ou “eu não consigo”.

03

Localizar o desejo

Investigar o que você realmente deseja, separando o seu caminho daquilo que aprendeu que precisava desejar para o outro.

04

Produzir novas possibilidades

Modificar a posição a partir da qual você se relaciona com o seu passado e com a sua história.

Para quem é este trabalho

Um espaço para quem está disposta a se implicar.

  • Deseja investigar seus relacionamentos e escolhas com maior profundidade.
  • Percebe que determinadas situações continuam se repetindo.
  • Atravessa uma crise, uma ruptura ou uma transição importante.
  • Busca uma escuta sem conselhos nem fórmulas prontas.

Manifesto

Você não precisa se tornar uma pessoa mais produtiva, equilibrada ou perfeitamente adaptada. A questão clínica é outra:

Quem você precisou ser para ser amado?

Que história você repete quando fala de si?

E o que acontece quando essa narrativa deixa de ser definitiva?

Você pode chegar sem saber por onde começar ou sem uma pergunta pronta.

Dizer “não sei explicar, só sei que algo não funciona” já é o suficiente. A pergunta aparece no percurso.

Serviços

Diferentes caminhos, uma mesma direção de escuta

Sustentar a fala, investigar o que se repete, reconhecer o próprio desejo e produzir novas possibilidades diante daquilo que, até então, parecia determinado.

01

Terapia Individual

A terapia individual é um espaço de escuta e elaboração, no qual aquilo que causa sofrimento pode ganhar palavras e novos sentidos.

A partir da Psicanálise, o trabalho não se limita a buscar soluções rápidas para os problemas apresentados. Interessa compreender o que se repete, os conflitos que atravessam as relações, os impasses diante do desejo, as escolhas que parecem escapar à própria compreensão e aquilo que o sintoma pode estar dizendo.

Ansiedade, angústia, dificuldades nos relacionamentos, crises pessoais, mudanças de vida, sensação de vazio, conflitos familiares, dificuldades profissionais e momentos de transição podem ser pontos de partida para um trabalho mais profundo sobre a própria história e sobre a maneira singular como cada pessoa se posiciona diante do outro, do desejo e da própria vida.

A proposta é construir um espaço em que seja possível falar sem precisar chegar previamente com respostas — e, a partir da fala, abrir perguntas que possam produzir novos caminhos.

02

Terapia de Casal

A terapia de casal parte da compreensão de que uma relação não é apenas o encontro entre duas pessoas, mas também o encontro entre desejos, histórias, fantasias, expectativas e modos singulares de se relacionar.

Os conflitos podem aparecer na comunicação, na sexualidade, na divisão da vida cotidiana, na confiança, nas escolhas, na distância ou na dificuldade de sustentar a diferença. Mas, muitas vezes, aquilo que se apresenta como “o problema do casal” também revela repetições e posições que precisam ser escutadas.

O trabalho clínico busca criar um espaço para que cada pessoa possa falar e ser escutada, compreendendo não apenas o que o outro faz, mas também o que se coloca em jogo na própria relação.

A questão não é simplesmente descobrir quem está certo ou errado. É compreender o que está acontecendo entre os dois e quais possibilidades de relação podem surgir quando aquilo que permanece preso à repetição encontra espaço para ser elaborado.

03

Supervisão Clínica

A supervisão clínica é destinada a psicólogas e psicólogos que desejam aprofundar a escuta e a condução de seus casos a partir da Psicanálise.

O trabalho parte da singularidade de cada caso, considerando a transferência, a posição do analista, os efeitos da própria escuta, os impasses clínicos, as intervenções realizadas e aquilo que permanece como questão.

Mais do que oferecer respostas prontas ou protocolos de atendimento, a supervisão busca sustentar perguntas sobre a direção do tratamento e sobre o lugar que o profissional ocupa diante do discurso daquele que procura atendimento.

É um espaço para pensar a clínica, elaborar impasses, ampliar a escuta e desenvolver uma prática cada vez mais consistente, ética e implicada.

04

Orientação Profissional e Transição de Carreira

Escolher uma profissão ou mudar de carreira nem sempre é apenas uma questão de identificar habilidades, interesses ou oportunidades de mercado. Muitas vezes, uma escolha profissional coloca em jogo questões mais profundas sobre desejo, reconhecimento, expectativas familiares, identidade, sucesso, fracasso e o lugar que se deseja ocupar no mundo.

A orientação profissional trabalha justamente nesse espaço entre aquilo que se espera de uma pessoa e aquilo que, de fato, pode fazer sentido para ela.

Na transição de carreira, o objetivo não é simplesmente encontrar “a profissão certa”, mas investigar o que está produzindo o desejo de mudança, quais caminhos foram construídos até aqui e quais possibilidades podem se abrir a partir desse momento.

O trabalho busca favorecer uma escolha mais consciente e singular, considerando tanto os aspectos concretos da vida profissional quanto aquilo que está implicado subjetivamente em cada decisão.

Se você não tem certeza de qual espaço é o seu, a conversa inicial já pode ajudar a situar a pergunta.

Retrato de Talian Cordeiro, psicóloga e Gestalt-terapeuta

Quem é Talian

Sou psicóloga, Gestalt-terapeuta e Psicanalista em formação.

CRP 14/05572-8

Minha trajetória é marcada pela graduação em Psicologia, formação em Gestalt-terapia (baseada na fenomenologia) e mestrado em Filosofia da Educação. Atuo como professora em formação clínica e mantenho estudos permanentes em psicanálise.

Minha prática clínica não busca produzir uma versão idealizada de você, nem oferecer fórmulas prontas de vida. O trabalho é escutar a sua narrativa e investigar o que insiste em se repetir, ajudando você a responder:

que lugar você ocupa no próprio desejo?